Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
28 de novembro de 2009
devaneios
Havia uma lua cheia e um céu estrelado. As nuvens também estavam lá para aquecer as estrelas. Olhei pra cima e tentei encontrar apenas uma estrela fora das nuvens, apenas uma esperando eu te pedir pra mim, de novo. E ela estava lá, tímida, mas brilhando nos meus olhos.
Há quase um ano atrás, um desejo meu se realizou.
A partir disso, eu sorri até doer meu maxilar, mesmo depois de você ter que partir. A partir disso, eu chorei lagrimas que até tinham cor, pois com elas escorriam um sentimento que nunca desbotou. A partir disso, passei noites inteiras tentando descrever os seus sorrisos e os seus olhares pro meu travesseiro. A partir disso, aprendi coisas que ninguém poderia ter me explicado. A partir disso, eu amei mesmo, de verdade, de peito, olhos e braços abertos…
Então, contei nossos meses como quem conta as estrelas, e contei a elas sobre você. Eu contei que você vem comigo. Eu contei também que eu quero que você venha comigo pra sempre
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