Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
22 de novembro de 2009
O melhor de mim, é bicho solto. Solto de afetos. Meus afetos são borboletas no ar. De passagem. Sôpro de presença. Sou dúbia. Quero voar, mas coleciono gaiolas. Gaiolas cor-de-rosas e angústias escuras. Queimo as gaiolas vezenquando, e com as cinzas soltas pelo ar, em suas milhares de partículas atômicas, consigo respirar. Aí tudo fica livre. Ao sabor do vento que não pára. O melhor de mim é solidão. Mergulho. Urgências caladas. Meus afetos são pássaros azuis. Raros. Escondidos. Donos de suas vontades. É o canto do Bem-Te-Vi.
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