Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos.
A dor incomoda.
Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura.
A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
7 de junho de 2010
Me nego a viver em um mundo ordinário como uma mulher ordinária a estabelecer relações ordinárias. Necessito o êxtase. Não me adaptarei ao mundo. Me adapto a mim mesma”
(Anais Nïn)
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