Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
25 de julho de 2010
Quero uma cartola de mágico, mas que funcione bem, para enfiar nela meu coração delirante e retirar uma engrenagem melhor. Quero esconder na manga, na bolsa, nessa cartola encantada minha alma falida, a asa quebrada, tanta contradição. Prefiro um objeto mais útil: calculadora de emoção, maquininha de escrever, relógio de sonho preso num lugar. (Umas peças de metal enfiadas no peito: só o essencial, para que a cara não desabe de todo no chão). (Lya Luft)
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