Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
21 de junho de 2011
AHAM
Hoje foram tantas as coisas que provocaram o meu riso que se eu pudesse teria sorrido só metade delas para guardar a outra parte para os dias menos propícios às graças.
Tenho o riso solto e às vezes queria poder prender um pouco pra não gastar tudo de uma vez. Mas gastei. Gastei tudo. Vendo aquela foto minha que você tirou; lendo um trecho irônico do livro do Alan Pauls; vendo o novo filme do Wood Allen; gastei rindo de mim, ouvindo a mesma música toda santa manhã, fugindo da tevê como todo santo domingo, fazendo as mesmas promessas de toda santa segunda-feira e ainda enchendo a boca pra dizer que não sou dada a rotinas sagradas. Aham.
Gastei meu riso vendo gente rindo à toa. Me joguei no tapete verde do parque e fiz as pazes com o sol.
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