Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
6 de junho de 2011
UM SONHO MEU
Eu quero uma casa pequena e bem situada, e quando digo bem situada falo do fato de ficar perto de uma livraria, ou de uma esplanada calma, e quero que a minha casa tenha as paredes pintadas por mim, quero ter pinceis cansados em cima das mesas e uma colecção de LIVROS numa prateleira, ao lado da televisão com pouco uso. E depois, oh, depois quero ter uma cama grande e redonda, no andar de cima, e quero que essa cama seja muito baixinha.Quero que seja uma casa simples, mas feliz.Vou escrever na parede da cozinha uma história, a nossa história, para a reler sempre que tiver insónias e sede e raiva. E quero música alta e calma, daquela que ninguém ouve hoje em dia, e eu vou escrever, escrever muito, e vou pintar e ter muitos projetos imcompreendidos pelos outros, mas todos eles vão ser bonitos, e meus, tão meus, só meus.
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