Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos.
A dor incomoda.
Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura.
A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
19 de março de 2010
"... aprendi que minhas delicadezas
nem sempre são suficientes para
despertar a suavidade alheia,
e mesmo assim insisto."
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