Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
30 de maio de 2010
E ontem ligou uma amiga que eu não falava há mais ou menos dez anos. Não tinha mais notícia sobre ela desde 2003. Na hora, repeti aquele script de “por onde anda”, blá blá blá. E ela, sem responder qualquer uma das minhas perguntas, como se tivéssemos tomado café no dia anterior, disparou feito metralhadora: ”Preciso de você! Vamos fazer uma baderna com aquele ”movimento”, precisamos aprovar de vez essa porcaria! Vamos encher o saco do clero e dos deputados. Somos mulheres ou o quê? Vamos acabar com eles! Fazer barulho!”. Respirei fundo e só me restou perguntar: Corro o risco de ser presa? (pura precaução… tenho certeza que minha mãe não pagaria qualquer tipo de fiança pra eu sair!).
Como é bom ter amigos mais doidos que a gente, né?
curioso é que nunca se esquecem de mim na hora das enrascadas!
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