Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos.
A dor incomoda.
Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura.
A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
14 de junho de 2010
"Naquele dia fazia um azul tão límpido, meu Deus, que eu me sentia perdoado pra sempre. Não sei de quê." (Mário Quintana)
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