Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos.
A dor incomoda.
Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura.
A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...
17 de novembro de 2009
Não quero dançar presa nas cercas embandeiradas que separam quintais nem morrer seca ou verde no apartamento porque no cume calmo do meu olho que vê há sempre a sombra sonora de um disco voador.
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