12 de novembro de 2009

QUINTANA

Que esta minha paz e este meu amado silêncio não iludam a ninguém. Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta. Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios. Acho-me relativamente feliz porque nada de exterior me acontece... Mas, em mim, na minha alma, pressinto que vou ter um terremoto. Mário Quintana

Nenhum comentário: