3 de dezembro de 2009

Para refletirmos

Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada. (Maiakovski)

2 comentários:

VASCODAGAMA disse...

NÃO PODEMOS DEIXAR QUE TAL ACONTEÇA..
TEMOS O DIREITO A OPINIÃO...
(TODOS EM GERAL)
BEIJO

sem algemas disse...

Perder doi mesmo. Não acredito em poses e posturas. Acredito em afetos. A dor incomoda. Agora sei que não preciso realizar nada espetacular.O essencial é que estou vivendo sem imposições:que a vida seja desdobramento e abertura. A vida vivida com gosto e dor. Em sua plenitude. Sem algemas...